sexta-feira, 20 de julho de 2012

Modelos da coleção: Boeing 737-200, da VARIG

Ainda em 2011, tinha efetuado o pedido de um Boeing 737-200, a ser lançado em Janeiro pela Aviation200, nas cores da VARIG. Pensava que o 737-200, apelidado no Brasil de "Breguinha", deveria ser de uma empresa com uma pintura mais antiga, retratando que a aeronave era do início da década de 1970. No final de 2011 estava ainda indeciso quanto à escolher um da Saudi, companhia da Arábia Saudita ou um da LAN, este porém com a pintura atual, não caracterizando o 737-200 como uma aeronave mais antiga. Mas eis que surge então essa pré-venda da Aviation200, e em duas versões: com a fuselagem cinza e o VMJ, com a parte inferior da fuselagem polida, e US$ 5,00 mais caro. Encomendei. Mas, assim como o Boeing 787, fui surpreendido com o cancelamento do pedido, em virtude da troca de cartão de crédito. Quando fui novamente efetuar a compra, descobri que na Waffle estava mais barato: então, compra feita por lá. Foi feita em 19/01/2012, mesmo dia do Boeing 787, por US$ 59,95, mais US$ 19,64 de frete/embalagem, chegando em casa em 02/02/2012, 14 dias após a compra. E mais um modelo nas cores da VARIG. Muito bonito, bem detalhado. Os modelos polidos tem um toque a mais de realismo. Os dizeres "737-200 Super Advanced" pintados na parte superior traseira da fuselagem, em vermelho, não aparecem na maioria das fotos do PP-VMJ, encontradas na Internet, mas encontrei algumas que aparecem, dando veracidade a pintura destes dizeres no modelo.


O PP-VMJ foi fabricado em 1975 e adquirido direto da Boeing pela VARIG, onde voou até 2003, sendo repassado à argentina Southern Winds, onde foi dado como irrecuperável em 2007.



A minha segunda viagem de avião, voltando de Porto Alegre em 1981, foi a bordo de um 737-200 da VARIG, igual ao modelo que tenho. O 737-200 foi um aeronave emblemática aqui no Brasil: muito utilizado pela VARIG e Cruzeiro do Sul, em várias rotas por todo o território nacional, realizando vôos com muitas escalas, e pela VASP, cuja frota na década de 1970/1980 era quase toda formada por 737-200. Se ainda vierem a lançar um 737-200 nas cores da VASP eu irei adquirir. No Brasil, um acidente muito comentado foi protagonizado por um 737-200, no voo RG254, em setembro de 1989, que, por erro de interpretação dos dados de navegação por parte do piloto, se perdeu na Amazônia, vindo a fazer um pouso forçado por falta e combustível. 

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