terça-feira, 24 de julho de 2012

Quais ainda faltam adquirir

Do ideal de montar uma coleção com todas as aeronaves de uso civil, fabricadas após a 2.a Guerra Mundial, daria um número aproximado de 123 aeronaves. Digo aproximado pois algumas versões - Boeing 747-100, Convair 240 - não constam da lista por serem externamente idênticas a outros modelos.
Destas 123 , são fabricadas, atualmente, 91, incluindo versões de 737 (8 ao todo), DC-9/MD (7) e outros.
Incluo versões que externamente apresentem diferença, tal como tamanho ou motores.
A ideia é não repetir companhias aéreas e incluir o maior número de países, representados pelas respectivas companhias aéreas. Excessão feita às empresas nacionais. Então, restam ainda, hoje, adquirir 39 modelos.
A lista de futuras compras hoje se encontra conforme listado abaixo, com as companhias mais desejadas, quando o modelo é fabricado em mais de uma companhia. A lista, é claro, pode se alterar conforme surjam ofertas e novos modelos. Término da coleção previsto para março de 2014.


  • Boeing 727-200, da Condor;
  • Boeing 737-600, da Lauda Air;
  • Boeing 747-400, da British Airways;
  • Boeing 747-8i, da Lufthansa;
  • Boeing 757-300, da Northwest;
  • Boeing 767-200, da US Airways;
  • Boeing 767-400, da Continental;
  • DC-10, da Viasa;
  • DC-8-50, da Iberia;
  • DC-7, da Sudflug;
  • DC-9-30, da Martinair;
  • DC-9-40, da SAS;
  • DC-9-50, da Swissair;
  • MD-90, da Saudi;
  • Lockheed L-1649, da TWA;
  • ER-190, da Mandarim;
  • BAC 1-11-200, da Allgenhy;
  • Shorts 360, da Thay;
  • Concorde, da Air France;
  • ATR-42, da DAT;
  • ATR-72, da Azul;
  • Airbus A-310, da Swissair;
  • A318, da Air France;
  • A319, da TACA;
  • A330-300, da China Airlines;
  • Caravelle, da Air Inter;
  • DO-328, da Welcome;
  • Sukhoy SU-100, da Armavia;
  • PBY Catalina, da Air France;
  • DASH 8-Q100, da Canadian North;
  • CRJ-700, da Alaska;
  • CRJ-900, da SAS;
  • F-27, da Air New Zealand;
  • Junker Ju-5, da Ju-Air;
  • IL-14, da CSA;
  • AN-2, da Interflug;
  • AN-24, da Cubana;
  • Convair 440, da ANA;
  • Saab 2000, da FlyBe.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Últimas aquisiçoes: blog atualizado

Bem, chegamos em 23 de julho e consegui deixar o blog com todos os modelos, em dia. 50 modelos, 1 expositor, 3 anos de coleção, US$ 3.700,00 investidos.

Em 11/07/2012 foram feitas mais duas aquisições: um Boeing 737-500 da Air Do e um MD-87 da Spanair, ambos fabricados pela JC Wings. Como são fabricados sob demanda, a pedido da Waffle Collectibles, estes modelos tem entrega prevista nos EUA em setembro, e depois serão enviados para mim. Apesar do longo prazo, o preço foi extremamente compensador Aguardemos. Para ilustrar, uma imagem da estante com os modelos expostos (o expositor).


Família 737

A Boeing construiu versões do 737: os iniciais (100 e 200), os clássicos (300, 400 e 500) e os NG (Next Generation): 600, 700, 800 e 900. Destes, o 100 não tem modelo que o represente e o 600 só tem até o presente momento um modelo da Herpa, nas cores da Lauda Air, já esgotado.

O quadro a seguir ilustra as diferenças físicas entre os modelos.


Modelos da coleção: Boeing 737-400, da Olympic Airlines

Chegamos ao 50.o modelo da coleção: um  Boeing 737-400, da Aviation200, nas cores da emmpresa grega Olympic Airlines. O modelo foi adquirido em 28/06/2012, chegando em 14 dias (quase o mesmo recorde do Electra II). Foi adquirido por U$ 30,00 em uma promoção de modelos Aviation200 da Waffle Collectibles mais frete/embalagem de US$ 18,96. Este modelo chegou com um cartão da Aviation200, com o número de série impresso (produção limitada).


O SX-BKN, prefixo do 737-400 representado, foi construído em 1992, sendo operado pela Carnival, Pan Am e depois pela Olympic, onde ficou entre 1998 e 2009. Em outubro de 2011 foi para a indonésia Sriwijaya Air, alugado. Em novembro de 2011 sofreu um acidente ao pousar em Jacarta, Indonésia, sendo dado como sem recuperação.



Modelos da coleção: Boeing 777-300ER, da TAM

Continuando a coleção, uma aeronave que estava prevista para entrar era o 777 modelo 300, nas cores da Emirates, Singapore ou BA, dependendo da oferta que surgisse. Mas em abril veio a noticia de que a Hogan iria lançar o 777 300 nas cores da TAM, junto com o A330-200. Escolha lógica, portanto, visto que além de querer ter a maior quantidade de aeronaves nas cores de empresas nacionais, queria que a coleção tivesse o menor custo possível e os modelos da Hogan, em snap-fit são menores que os diecast. O 777-300 mais barato que eu tinha encontrado estava por volta de US$ 100, em diecast (JC Wings, Singapore). Dias após o anúncio vi no fórum Diecast Aircraft Forum (DA.C), um post de Dai Kong, de Kuala Lumpur, Malásia, um proprietário de uma loja, com as fotos do 777-300 e do A330-200 da TAM. O que estranhei foi o fato de não terem prefixo. Pensei que poderia ser uma pré-serie. O primeiro a surgir para venda foi na Diecast Airplane, que perguntei por e-mail para eles qual a previsão de chegada, o que responderam que seria muito rápida, cerca de 5 dias. Efetuei a compra em 12/06/2012 por US$ 37,75 (usei o cupom de 10% de desconto para clientes) e mais 19,42 de frete. O modelo chegou em 18/07/2012, quando cheguei de viagem e, susto: embalagem detonada. O porteiro, com cara de assustado, foi logo falando: "Chegou assim!". Realmente, o rombo lateral (por baixo) estava tampado (assim como toda a caixa) com uma fita dos Correios com os dizeres "REEMBALADO - RECONDICIONADO" e um papel explicando que a embalagem foi "recondicionada" devido a danos, em Curitiba (bate com a história dos Correios de Santos que dizia que várias encomendas estavam sendo desviadas para Curitiba, para aliviar o trabalho da Receita Federal). Conclui que o estrago pode ter sido feito nos porões de carga da aeronave (?!?) ou no embarque/desembarque da mesma, porque a Receita Federal, quando abre, coloca sua fita própria e abre com cuidado. E a Diecast novamente não caprichou: só um pouco de papel de embrulho dentro da caixa, como proteção. A Sky's the limit, comentada no post anterior, abarrotou a caixa de "peanuts" de isopor.


Aberta a caixa, a embalagem do modelo estava amassada e rasgada em um das pontas, mas dentro o modelo não apresentava danos: apenas os motores descolados das asas, o que foi resolvido com um pingo de silicone. 
Realmente, o modelo não apresenta prefixos, é mal pintado (falhas na porta e parte traseira da fuselagem), a fuselagem levemente riscada, como  o A340-300 da AeroLePlane e uma grande falta de detalhes (aberturas na fuselagem, pitots, faróis, antenas, etc). Não parece ser um modelo da Hogan! Mas por enquanto é o único TAM disponível. Tem da Skymarks, mas acho que estes são mais pobres em detalhe ainda. Montagem efetuada, sem problemas, com encaixes precisos.
Pesquisando na Internet surgiu a idéia de imprimir uma folha de decalque tipo "water slice", com prefixos e mais alguns detalhes (como o logo da Star Aliance e detalhes dos motores, por exemplo. Assim que fizer este experimento, posto aqui.


No Brasil, o 777 modelo 300 só é utilizado pela própria TAM.

Modelos da coleção: Convair CV-580, da Frontier

Mais uma história interessante: em finais de maio de 2012, procurei nas lojas online um modelo que eu julgava estar sumindo, pois já o tinha visto no Airline Museum e quando fui comprar, tinha sumido: o Dornier Do-328, nas cores da Welcome (amarelo e rosa). Ao ver o site da Sky's the limit (O céu é o limite), deparei-me com o modelo desejado por US$ 39,95. Efetuei a compra. Passada uma semana e nada de e-mail de confirmação. Escrevi para a loja e recebo a resposta de que havia ocorrido um engano: o modelo já tinha se esgotado e o site estava desatualizado. Para compensar este inconveniente, o proprietário - não recordo o nome agora - ofereceu para mim qualquer modelo desejado até US$ 50, que seria cobrado apenas US$ 39,95. Escolha difícil, pois vários se encaixavam nessa faixa de preço. Terminei escolhendo o Gemini200 Convair CV-580, nas cores da americana Frontier. O frete/embalagem que no início iria sair US$ 8,95, que achei muito barato, foi acrescido de mais US$ 6,00, inclusive a operadora do cartão ligou para minha casa confirmando esse estranho lançamento (mesmo nome da empresa, na sequência). A compra foi, então, finalizada em 04/06/2012, chegando em perfeito estado em 10/07/2012 e se tornando o 48.o modelo da coleção. Como todos os modelos da Gemini200, embalagem primorosa e acabamento muito bom. Por enquanto, por curiosidade de minha filha, está no pedestal que acompanha todos os produtos Gemini.


O N73126 foi construído em 1953 originalmente como Convair CV-340 - motor a pistão - e convertido em 1964 para turbohélice, quando passou para a americana Frontier. Não há maiores informações sobre a situação atual da aeronave. A foto mais embaixo foi tirada em 2005.



No Brasil, o modelo 580 - turbohélice -não foi utilizado.

domingo, 22 de julho de 2012

Modelos da coleção: Fokker F-100, da Avianca

Esse foi uma novela: quando apareceu o Fokker F-100 da JC Wings nas lojas, acabou rapidamente. Depois, de F-100, só sobrou de uma empresa aérea chinesa. No meio do 1.o semestre de 2012 apareceram, também da JC Wings, nas cores da KLM e de uma subsidiária. Mas eu queria o da Avianca (Avianca Colômbia). Ano passado encontrei no Mercado Livre, em São Paulo, mas o preço não era convidativo: R$ 120,00 mais despesas de correio e com o dólar mais baixo (o modelo custava por volta de U$ 50,00)  tentei um desconto com o vendedor que não deu. Este ano, apareceu de novo. Fui aguardando virar o mês, link do produto guardado nos favoritos do browser, vendo todo dia, esperando vir dinheiro e eis que ganho de presente um litro de uísque Chivas Regall, 12 anos e eu não bebo uísque. Pensei em vender, pois estava por R$ 100, a garrafa e comprar o modelo: com  o vendedor, diferente do ano passado eu acho, não tinha troca. Bem, acabei "vendendo" para minha esposa, que deu de presente à seu diretor. Quando fui comprar no Mercado Livre, venda encerrada. Frustração total: como me comunicar com o vendedor, para saber se já tinha vendido ou o prazo da venda tinha se esgotado? Entrei em outro produto dele e mandei uma mensagem. E poucas horas depois a oferta ressurge, com o mesmo preço: R$ 120, mais despesas de correio de R$ 12,00. Agora, compensava: dólar a R$ 2,06, sairia por menos de US$ 60, praticamente sem frete. Fechei a compra em 27/05/2012, transferindo o valor no mesmo instante. 3 dias depois o modelo chega em casa, transformando-se no 47.o modelo da coleção. Maior que o F-70, o F-100 (na verdade F-28-MK 100), vem nas cores da Avianca da Colômbia, muito semelhantes à Avianca Brasil. O modelo segue o mesmo padrão de qualidade da JC Wings, ou seja, muito bom e se destaca na coleção em virtude da parte superior da fuselagem ser toda em um vermelho bem vivo.


E no meio do mês de julho, a Waffle Collectibles fecha um acordo com a JC Wings e o modelo reaparece, por US$ 30, mais US$ 20, de frete: quase o  mesmo valor, ao fim das contas.
O modelo representa a aeronave de prefixo HK-4437, construída pela Fokker em 1993, adquirida pela American Airlines e vendida a Avianca em 2006, onde ficou até 2011, sendo enviada á Holanda para reconfiguração e manutenção e vendida à australiana Network Aviation, subsidiária da Qantas, realizando um vôo de translado da Holanda à Austrália de 21 a 23 de abril de 2012, onde voa agora com o prefixo VH-NHN.



No Brasil o Fokker F-100 foi muito utilizado pela TAM, junto com o F-70, sendo que, depois de um grave acidente em Congonhas com o PT-MRK vôo TAM 402, em 1996, e  em outros incidentes na TAM, o mesmo foi aposentado, sendo ainda utilizado pela Avianca Brasil, que também já programa a sua retirada.


Conforme ilustrado na imagem abaixo, ainda falta o lançamento do Fokker F-28 original, menor que o F-70, que é menor que o Fokker F-100.

Família Airbus A32x

A família A32x da Airbus tem 4 modelos. Diferentemente da Boeing, que tem um modelo - o 737 - com versões diferentes (o NG têm nas versões 600, 700, 800 e 900), a Airbus adota uma nomenclatura diferente, sem versões: A318, A319, A320 e A321. Destes, ainda não adquiri o A319, que tem várias pinturas, fabricado pela Gemini200 e o A318, que foi lançado há anos atrás, já esgotado e não encontrado, pela Hogan, em snapfit, nas cores da Air France.

A imagem abaixo, com as reais dimensões das aeronaves, mostra claramente a diferença entre as aeronaves desta família.


Modelos da coleção: Airbus A321, da Qatar Airways

O 46.o modelo da coleção é um Airbus A321 nas cores da Qatar Airways. Estava em promoção na Waffle Collectibles, mas esperando "virar" o cartão, perdi a oferta. Semana seguinte apareceu na Diecast Airplane, pouca coisa mais caro. Adquiri, com o cupom de desconto por US$ 36,88 e mais US$ 31,74, que achei bem caro para o modelo em questão (mesmo escolhendo a menor tarifa, ele veio com um código de rastreamento, que acompanhei pelo site do correio americano). Como era pré-venda, demorou para chegar: comprei em 15/05/2012 e só chegou em 20/07/2012 (anteontem, o mais recente até o momento). O modelo veio na caixa ilustrada comum da Aviation200, porém, com um pedestal da Gemini250, todo cromado, que não usei. As encomendas da Diecast Airplane sempre vieram bem acondicionadas, mas este veio com um pouco de papel de embrulho em volta, porém, talvez por sorte, chegou intacto. O modelo tem uma pintura que acho uma das mais belas na aviação civil, da Qatar. Minha filha quando foi ao Japão em Janeiro de 2011, foi e voltou, via Doha, pela Qatar, e me trouxe, afora o 747 SP da Brannif, um 777-200 em escala 1:500 como souvenir. O modelo, bem detalhado, pintura impecável, tem um defeito: tende a empinar, com a cauda pendendo para trás. Também, olhando o comprimento do A321 e as asas bem a frente, isso poderia acontecer: estou apoiando o modelo com m pedaço de espuma por baixo até encontrar melhor solução. A Aviation200 poderia ter pensado/visto isto e colocado peso extra na frente ou deixado mais leva a traseira. Comparando com o 737-900 ele é pouca coisa maior. A opção inicial para o A321 era da BA, mas em minha opinião a da Qatar é mais vistosa.


O A7-ADZ ( no site estava com outro prefixo) foi fabricado em 2008, adquirido direto da Airbus e voa na Qatar atualmente. No Brasil a TAM utiliza o A321 em rotas de maior densidade.



Modelos da coleção: Bristol Britannia, da BUA

Antes de começar a colecionar miniaturas de aeronaves, mesmo sendo um aficcionado em aviação, nunca tinha ouvido falar do Bristol Britannia, um turbohélice britânico de médio alcance fabricado pela Bristol na década de 1950. A primeira opção que vi foi de um modelo todo em amarelo ouro, nas cores da inglesa Monarch, fabricado pela First Choice, caro e difícil de encontrar. Meses depois,  a Aviation200 lançou este modelo nas cores da Cubana de Aviación, El Al e BUA - British United Airways. Preferi nas cores da BUA, que era a oferta que encontrei na Waffle Collectibles por US$ 32,00 e adquiri-o-o em 24/04/2012, chegando 27 dias depois.



O detalhe deste modelo é a pintura nos profundores de uma faixa, possivelmente, de óleo queimado/fuligem expelida pelos motores internos. E o tamanho deste turbohélice, bem maior que um Viscount e um Electra II.
O G-ANCD foi construído em 1958 e entregue direto a BUA (que em 1970 foi comprada pela British Caleonian). Passou pela El Al, foi transformado em cargueiro para outras empresas e voou até 1982, sendo então desmontado.
Não foi utilizado por nenhuma companhia brasileira.







Modelos da coleção: Boeing 737-900, da Continental

O 44.o modelo da coleção foi o Boeing 737-900 nas cores da extinta Continental, após a fusão com a United. O modelo que representaria a versão 900 do 737 seria um da Continental, porém no estilo retrô. Mas, procurando por outros modelos no Ebay, deparei-me com este modelo, ainda nas cores da Continental (hoje ele é produzido nas novas cores da United), anunciado em Hong Kong, por US$ 74,99 incluindo despesas de transporte (o que calculei em cerca de US$ 25,00) e era um Inflight200, cujo preço costuma ser superior. Transação efetuada via PayPal (já tinha usado para pagar a restauração dos modelos quebrados no incidente "MayDay") sem nenhum problema em 04/04/2012 e dois dias depois recebo e-mail de confirmação que estava tudo OK. O modelo chegou em 24/04/2012, em apenas 20 dias. Como os demais Inflight200, de extrema qualidade em tudo (pintura, embalagem, detalhes). Fica evidente o maior tamanho de um 737-900, esse com winglets, se comparado aos demais 737 e até mesmo rivalizando com o 757-200, o qual veio a ser substituto.


O modelo representa o N38424, recebido direto da Boeing em junho de 2008 e voando atualmente nas cores da fusão United/Continental. No Brasil não há 737-900 em uso pelas companhias nacionais.